domingo, 4 de julho de 2010

As mulheres estão transando menos.


As causas não são necessariamente biológicas, fatores sociais e culturais colaboram para diminuir o número de relações que antes chegavam a seis por semana, hoje são apenas três.
O que acontece, afirmam estudiosos mas sem unanimidade, é uma mudança na sociedade. A estrutura do trabalho, as novas necessidades, a dedicação aos estudos tão necessários nos dias de hoje; dentre outros fatores. Essas novas necessidades direcionam e redistribuem a energia.
Sobre o aspecto biológico a mulher está no auge desde sua adolescência. Hormônios como o androgênicos que são derivados da testosterona atuam como acelerador da libido. Existem alguns momentos onde a libido pode sofrer alterações, apesar de não ter regras claras o período da gestação pode inibi-la, a puberdade é o grande ápice onde ocorre a explosão do desejo sexual.
Aos 20 anos a mulher está em plena beleza física e o desempenho sexual é máximo, porém é uma idade onde o tempo e as preocupações estão voltados para o trabalho e o estudo. A tendência da mulher moderna e dar prioridade a essas extensões da vida. Por volta dos 30 até os 40 anos a mulher está socialmente estabelecida, seus propósitos profissionais foram alcançados em grande parte é quando a vida sexual começa a ser interessante.
Mas aí vem um problema. Os homens na faixa etária que interessam a elas não estão disponíveis. Fator que em grande parte colabora para uma certa frustração sexual, a mulher antes dos 30 é muito seletiva, a ênfase no trabalho e no estudo não permitiu uma vida sexual plena.
Um ponto que não é de comum acordo entre os especialistas é o fato de considerarem que a libido feminina não diminuiu, mas adaptou-se aos novos tempos. Essa é uma visão mais socioeconômica de uma nova realidade. Outros defendem que a mulher vem sentindo menos desejo, faz menos sexo e com menos qualidade. Satisfação e prazer estão diminuindo e gerando conflito entre sexualidade, maternidade e profissão.
Referência:
Revista Cláudia. Editora Abril, julho 2010. pp. 106 - 110.

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