quinta-feira, 26 de novembro de 2009

A sensualidade nos desenhos

A mundo das sensações foi muito discutido entre filósofos que divergem sobre as origens das mesmas. Mas, popularmente falando são as impressões exteriores que as provocam em nós. Ainda fazendo uma alusão à Kant, nem todas as sensações chegam até nós, pois que as selecionamos conforme nossa intenção. O tic-tac de um relógio só ouvimos quando queremos e uma mãe mesmo dormindo ou envolvida em meio a muito barulho é capaz de ouvir o choro do filho.

De certa forma percepção, consciência e sensação possuem uma relação:

"Além da intuição, contêm ainda a matéria para qualquer objeto em geral -mediante o qual é representado algo existente no espaço ou no tempo -, ou seja, o real da sensação, considerado como representação apenas subjetiva, da qual só se pode ter consciência se o sujeito for afetado [...]" [1]


É nesse complexo mundo das sensações que uma pessoa é capaz de representá-la em algo que ele cria, um desenho, por exemplo. Os casos de sensualidade nos desenhos é um verdadeira prova disso. Muitas vezes eles representam a perfeição que queríamos (ainda que de forma subjetiva) numa mulher.

Vejamos abaixo alguns desenhos que contêm sensualidade.




































































































[1] KANT, Imanuel. Crítica da Razão Pura. [trad. Alex Marins] São Paulo: Martin Claret, 2003.p.186.

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